Segmento pélvico

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Chegamos ao último segmento — o mais carregado de tabus, o mais malcompreendido e, na visão de Reich, o mais importante. O segmento pélvico é onde a jornada terapêutica encontra seu destino final: a capacidade de entrega, de prazer pleno e de contato profundo com a vida. É também o segmento onde a teoria reichiana se torna mais controversa, mais culturalmente sensível e mais facilmente distorcida. Por isso mesmo, merece ser tratado com rigor e honestidade.

Anatomia emocional

O segmento pélvico compreende a pelve (ossos ilíacos, sacro, cóccix), os músculos glúteos, o assoalho pélvico (musculatura do períneo), os adutores da coxa e, funcionalmente, as pernas e os pés. É o segmento da sexualidade, do prazer, da entrega e do enraizamento — o contato com o chão, com a gravidade, com a base de sustentação do corpo.

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