Neuroplasticidade e mudança estrutural

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Wilhelm Reich insistia num ponto que lhe custou muito caro politicamente — dentro e fora da psicanálise: a mudança terapêutica real não é mero manejo de sintomas, não é adaptação funcional, não é aprender a "conviver" com o sofrimento. A mudança real é estrutural. O caráter muda. O corpo muda. A forma como o organismo se organiza no mundo muda. Durante décadas, essa posição foi considerada ingênua ou grandiosa pela psiquiatria mainstream, que operava com o pressuposto implícito de que a estrutura cerebral adulta é essencialmente fixa — que depois de certa idade, o cérebro está "pronto" e o que resta é administrar os padrões estabelecidos.

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